Instituto Nacional do Seguro Social.
Autarquia que administra a previdência social. Recolhimentos do INSS (empregado CLT, empregador, pró-labore, MEI) garantem benefícios como aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade. Em 2025 o teto é R$ 8.157,41.
Empregado CLT com salário de R$ 4.000 paga INSS progressivo de ~R$ 385/mês. A empresa paga 20% patronal (R$ 800) + RAT (~R$ 80) + Sistema S (~R$ 232) = R$ 1.112 de encargos previdenciários sobre esse salário.
O INSS patronal representa 20–28% da folha de salários — é o maior encargo trabalhista. No Simples Nacional (Anexos I–III), o CPP está embutido no DAS, o que pode representar economia significativa para empresas com folha grande.
Não considerar o INSS patronal no custo real de contratação. O 'custo total' de um empregado é o salário mais ~65–80% de encargos (INSS, FGTS, férias, 13º, vale-transporte) — contratar pelo salário sem calcular esse total leva a subestimação de custos.
O INSS é a autarquia que administra a Previdência Social pública (RGPS). Há também previdência complementar (PGBL/VGBL, fundos de pensão), que é privada e opcional.
O INSS não recolhido gera débito com multa e juros. A empresa fica sem certidão negativa, pode ser incluída na dívida ativa e, em casos graves, os responsáveis (sócios-administradores) respondem pessoalmente pelo débito.